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Notícia com data de 08-03-2001 --- Aveiro: Oficina ensina artes digitais

O rato e o scanner substituem o pincel e as tintas. Aveiro dispõe de um espaço inovador para o ensino das artes digitais. Os primeiros cursos despertaram grande interesse, surpreendendo os promotores.

A oficina de artes digitais - que se saiba a primeira deste género a surgir no País - é uma iniciativa da Associação de Arte e Cultura de Aveiro (ACAV), que reparte com o conservatório as instalações legadas pela Fundação Calouste Gulbenkian, na Baixa de Santo António.

Numa fase posterior, e que não vai tardar muito, está previsto criar uma galeria física com uma janela virtual, acessível através do web site desta colectividade que possui já larga experiência na formação artística, através de cursos livres de pintura, desenho, escultura, entre outros.

Aprender a lidar com a tecnologia

Francisco Vaz Silva, presidente da ACAV, mostrou uma sala repleta de computadores e outro equipamento informático. É ali que funciona o centro de aprendizagem das artes digitais. "A nossa ideia foi montar um espaço para as pessoas acederem às novas tecnologias e produzir arte", explicou.

Para já, a oficina serve apenas para cursos de formação mas, numa fase posterior, está previsto disponibilizar aos artistas a utilização do equipamento informático mediante o pagamento de créditos. "Sabemos que para a maioria das pessoas não é fácil adquirir as ferramentas necessárias", referiu o presidente da ACAV.

Francisco Vaz Silva adiantou que vai ser aberta na sede uma pequena galeria para expor os trabalhos dos cursos da escola de artes tradicionais e da oficina digital. "Será uma forma de motivar esta gente, porque não é fácil entrar no circuito comercial e das galerias", disse.

Ilustração, pintura, fotografia e vídeo são exemplos de actividades artísticas que conhecem um novo impulso por serem possíveis de manipular recorrendo a software avançado. "Dominar esses programas permite que se façam coisas extraordinárias", contou o presidente da ACAV folheando revistas da especialidade.

Cidade Digital ajudou

A oficina de artes digitais resultou de uma candidatura ao programa 'Aveiro Cidade Digital'. Quase 10 mil estão a ser investidos, também com fundos próprios da ACAV. Meia centena de inscritos para os cursos iniciais provaram que a aposta era correcta. "Há grande procura e muitos pedidos de informação", referiu com satisfação Francisco Vaz Silva.

Desde o arquitecto, já com alguns conhecimentos tecnológicos, até a info-excluídos que nunca lidaram com informática, participam nas acções de formação. Na maioria, são jovens e, muitos, estudantes.

Seguir exemplos estrangeiros

"Estamos muito próximos do que se faz fora". O presidente da ACAV buscou no estrangeiro o exemplo a seguir em Aveiro. "O que desejamos é fornecer conhecimentos para que os formandos possam atingir um patamar mínimo", disse Francisco Vaz Silva. Os cursos são a preços convidativos, cerca de 35 mil escudos, para o que pratica no mercado. Complementarmente, está previsto organizar 'workshops' com a presença de especialistas.

FONTE: Notícias de Aveiro( ver notícia )


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