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Notícia com data de 16-11-2001 --- Alberto Souto - “Cidade Digital é desafio cultural”

Para o Presidente da Câmara Municipal de Aveiro, Alberto Souto, a Cidade Digital é, acima de tudo, “um desafio cultural”. “Não é a componente puramente puramente tecnológica que faz mover o programa”, disse no decurso do segundo encontro temático que a candidatura que protagoniza à autarquia levou a cabo, anteontem à noite, na biblioteca municipal. Subordinado ao tema “Desafio Digital”, o debate serviu para Souto reforçar a ideia de que “o realmente importante é a população em geral sinta o Aveiro Digital como uma mais valia no seu dia-a-dia”.

“Além do círculo bastante restrito de agentes que estiveram directamente envolvidos no desenvolvimento dos 38 projectos, é necessário envolver todas as restantes pessoas. É esse o desafio: de banalizar, no bom sentido do termo, ac utilização das novas tecnologias, das quais podem ser retiradas grandes vantagens”, afirmou o autarca.

As vantagens do programa forma ilustradas com o projecto dos Serviços Municipalizados. “É muito útil, por exemplo, que os SMA possam proceder à telegestão da água. Isso permite detectar uma fuga num depósito e estancá-la de imediato”, observou. Iniciado à dois anos, o Aveiro Cidade Digital enfrenta alguns reptos, alertou Alberto Souto. Um deles diz respeito à sua própria sustentabilidade, que será posta em causa no caso de não serem encontrados modelos geradores de receitas”. “No dia em que acabarem os subsídios a fundo perdido será necessário conceber formas de auto-financiamento dos projectos, porque o programa não pode ser subsídio-dependente” argumentou.

Não criar “novos marginalizados” é outro desafio do programa, destacou o responsável no debate – no qual participaram também Lusitana Fonseca (da PT Inovação e membro da lista do PS à Câmara) e João Ferrão (investigador, professor e elemento do Conselho Directivo do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa), que disse que, nesta área, Aveiro “é um exemplo de vanguarda, não só em Portugal mas mesmo no mundo, porque exemplos assim não abundam”. “A Cidade Digital tem de ser socialmente integradora. Tem havido – e continuará a haver – a preocupação de não criar periferias geográficas ou sociais”, notou o autarca, falando do esforço de “universalizar as plataformas de acesso às tecnologias de informação, de que são exemplos a montra digital e os gabinetes criados em todas as freguesias e bairros sociais. “Esta tem de ser uma comunidade inclusiva e participada, sob pena de criar um reduto apenas para os novos letrados”, finalizou.

Fonte: Diário de Aveiro

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